Quem sai aos seus não degenera, podia o ditado referir-se a Albert Hammond Jr, jovem guitarrista de uma das maiores bandas indie/rock da actualidade, Strokes, e filho do compositor Albert Hammond.
Paralelamente a esta banda, a qual terei o prazer de ver no próximo 16 de Julho no Meco, o jovem rapaz já lançou dois álbuns solo "Yours To Keep" e "Como Te Llama?" (onde, no primeiro, obteve a participação de vários músicos entre os quais o vocalista dos Strokes, Julian Casablancas).
A música supra tem sido o meu momento rendição da semana em modo repeat.
A minha surpresa do dia (de ontem) foi Fast Five.
Lá ouvi um petit résumé dos últimos 4 e depois de encarar a tela gigante o filme de Justin Lin convenceu-me. A sala ainda ecoou umas boas gargalhadas mas também uns tremeliques na cadeira.
'O Rio de Janeiro continua lindo', mas o Joaquim de Almeida a falar "brasileiro" dá luta ao Roberto Leal a falar português, nhéc!
30 anos volvidos desde a sua morte, Bob Marley deixou um legado gigante e uma legião de fãs que marcou e continuará a marcar as mais diferentes gerações.
Há uma comoção inigualável naquilo em que as suas músicas se desdobram, na batida, na mensagem e numa espécie de religião que automaticamente nos abençoa. É harmonia!
Até quem não gosta de reggae gosta de Bob Marley!
Depois de uma longa maratona de séries nos últimos três dias, mais lenços de papel, comprimidos e atchins intermináveis, chegou o dia da sétima arte, o escolhido atende por RIO e, não obstante a emanação de calor dos ritmos latinos da cidade maravilhosa, parece-me a escolha ideal para sacudir migalhas, enrolar-me em cobertores e um cházinho bem quente, atchim!